Bêtises

«Este indeterminado, este sem-fundo, é igualmente a animalidade própria ao pensamento, a genitalidade do pensamento: não esta ou aquela forma animal, mas a BESTEIRA. Com efeito, se o pensamento só pensa coagido e forçado, se ele permanece estúpido enquanto nada o força a pensar, aquilo que o força a pensar não é também a existência da besteira, a saber, que ele não pensa enquanto nada o força? Retomemos a palavra de Heidegger: “O que mais nos dá a pensar é que nós não pensamos ainda”. O pensamento é a mais elevada determinação, efetuando-se em face da besteira como do indeterminado que lhe é adequado. A besteira (e não o erro) constitui a maior impotência do pensamento, mas também a fonte de seu mais elevado poder naquilo que o força a pensar.»

– Deleuze, “Diferença e Repetição”

«Les concepts c’est des BÊTES spirituelles.»

«Mi SUEÑO sería encontrar – cosas tanto como BESTIAS – puesto que yo me apercibo con sorpresa de que, creo, ellas NO HAN SIDO HECHAS, entonces, razón de más para hacerlas nosotros».

– Cours

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