Superar o homem enquanto espécie e eu

«Não mais “quem é homem?”, mas sim “quem supera o homem?”.

“Os mais preocupados perguntam hoje: como conservar o homem? Mas Zaratustra é o primeiro e o único a perguntar: como o homem será superado? O super-homem me preocupa, é ele que para mim é o Único, e não o homem: não o próximo, o mais miserável, o mais aflito, o melhor.”

Superar opõe-se a conservar mas também a apropriar e reapropriar.

Transvalorar opõe-se aos valores em curso mas também às pseudo-transformações dialéticas.

O super-homem nada tem em comum com o ser genérico dos dialéticos, com o homem enquanto espécie, nem com o eu».

– Deleuze, “Nietzsche e a Filosofia”

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