Para delinear um novo modo de viver

A 1ª tradução parece a menos adulterada, mas não sabendo alemão…

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«Per i «lineamenti di un nuovo modo di vivere».

PRIMO LIBRO nello stile del primo tempo della nona sinfonia. Chaos sive natura: “della disumanizzazione della natura”. Prometeo viene incatenato sul Caucaso. Scrivere con la crudeltà del Kpàtos, “della potenza”.

SECONDO LIBRO. Rapido, scettico, mefistofelico. “Dell’assimilazione delle esperienze”. Conoscenza=errore che diventa organico e organizza.

TERZO LIBRO. Ciò che di più profondo e di librantesi al di sopra del cielo sia mai stato scritto: “della  felicità ultima del solitario” – questi è colui che prima «apparteneva agli altri» e ora ha raggiunto il sommo della “autonomia”: l’ego perfetto; soltanto ora questo ego può provare l’amore; nelle fasi precedenti, che non conoscono la solitudine e l’autodominio, vi è qualcosa di diverso dall’amore.

QUARTO LIBRO. Respiro ditirambico. “Annulus aeternitatis”. Desiderio di rivivere tutto ancora una volta e infinite volte. La  trasformazione incessante – in un breve periodo devi passare attraverso molti individui. Il mezzo è la lotta incessante.

Sils-Maria, 26 agosto 1881»

[Frammenti postumi 1881-2, traduzione di M. Montinari, in Opere, vol. V, t. II, Adelphi, Milano, 1967, pp. 388-9]

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«Para o projeto de um novo modo de viver.

Primeiro livro: No estilo da primeira frase da nona sinfonia. Chaos sive natura: “Do desumanamento da natureza”. Prometeu chegar acorrentado ao Cáucaso. Escrito com a crueldade do “c r a t o s”, do poderio.

Segundo livro: Fugitivo, cético, mefistofélico. “Da incorporação das experiências”. Conhecimento-erro que se torna orgânico e organizante.

Terceiro livro: O mais íntimo e mais etéreo que jamais fosse escrito: “Da última felicidade do solitário” — o qual de pertencente a outros se tornou “patrão de si mesmo” no grau mais elevado: o perfeito ego: só este ego possui amor; nos primitivos degraus onde não chegou a solidão e o maior domínio de si, algo há que difere do amor.

Quarto livro: Ditirambo-maior: “Annulus aeternitatis”. Anseia por viver todo mais uma vez e vezes eternas. A perene transformação: deves penetrar em breve espaço de tempo em muitos indivíduos. O meio é uma luta contínua.

Sils-Maria, 26 de agosto de 1881.»

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«On Deleuze’s view, Nietzsche is also a post-theological Spinoza.(…) Spinoza can say: “Deus sive Natura [God or Nature].”(…) Yet, for Nietzsche, nature can no longer be identified with God. After the “death of God,” (…) Nietzsche reformulates Spinoza’s equation: “Chaos sive Natura [Chaos or Nature]” (KSA 9:11[197]). Nature de-deified is “chaos.” This passage returns us to the one with which we began, Gay Science §109, which calls for a “de-deification of nature” and names this nature “chaos.”»

– Christoph Cox, “Nietzsche – Naturalism and Interpretation“, 1999.

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