Charada

Os homens,
crianças
caprichosas.

Mas a menina-luar
dorme como os lobos:
uivando.

Vira-se
na sua urna
fumegante.

Estrelas de fulgor
polarizam
a sua pele.

Ó aprendedores do abstracto,
sabei que tudo é concreto,
depois de transformado.

No mar,
projectarão a imagem
do que fui.

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