Ni Padre, ni Madre

“Ni dios, ni patrón, ni marido” – eis o lema dum jornal anarco-feminista argentino dos finais do século XIX.

Torna-se mais pertinente se convertido em “Ni Padre, ni patrón, ni patria”, sublinhando que se tratam de três níveis diferentes.

Mas atacar o paternalismo e deixar intocado um certo tipo de materialismo? Céus, não!

Portanto, há que dizer do outro lado: “Ni Madre(-Naturaleza), ni matrona, ni materia(-muerta)”.

Manter a equidistância aos dois extremos da dialéctica, passar ao largo dos dois tipos de infestação.

Absolutamente, nada à imagem e semelhança (do ideal ou do natural, pouco importa).

Livrar-se de quem faz do outro um seu anexo.

Por anarquia? A contrario. Anarquia é demitir-se de animar a “arché” que mora potencialmente entre cada um e cada arco de volta planetário, é danar-se por aversão simultânea à arquitectura e à arqueologia, em suma, à “arquiteologia”, essa arte de jogar ao limbo com o arco da velha.

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