Cinema

Ontem, na sala de cinema, sentia o coração como uma pedra colada às costas da cadeira e a garganta apertada como num laço de corda – e eu não existia, era só a pedra e a corda. No meio de um grande fundo negro, uma pedra e uma corda a assistir a um filme delicado, que não causava grande mossa.

Pensa-se que é a mente que delira, mas comigo é o corpo. Na mente, só prevista constância e aborrecimento, nada de novo.

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