I am myself a machine

Quem suponha que o comunismo e o capitalismo são opostos deveria ver este filme. Tão claro desde o início. O mesmo desejo: de enriquecimento monetário, de exploração agrícola, de sujeição animal, de comodismo, de mecanização, de poluição… Se há diferença, ela reside somente no número de tiranos chamados a desempenhar a função: no capitalismo de elite, uma minoria; mas no capitalismo de comuna, são mais do que os 100 milhões do filme… O que corta a vida, a lâmina (seja de foice manual, seja de gadanheira mecânica) ocupa uma longa sequência (aos 01:11:00), filmada em grande plano como a protagonista principal… “A terra, a quem a trabalha“. “O trabalho liberta”. Os dois extremos rezando ao mesmo ídolo: o Tripalium. Uma história de autómatos: os artificiais em detrimento da Máquina da Natureza.


“Old and New” (1929) by Sergei Eisenstein.

[01:02:50]

«I am myself a machine!»

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